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sábado, 15 de junho de 2013

Declaração polêmica foi feita pelo presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Santarém

José Raimundo, presidente do SICAMS
Depois do registro de vários assaltos praticados no Município por pessoas pilotando motocicletas, o presidente do Sindicato dos Condutores Autônomos de Mototaxistas do Município de Santarém (Sicams), José Raimundo Bastos, disse que os linchamentos que estão acontecendo na cidade é o reflexo da insegurança.

Para ele, a população já não agüenta e nem suporta mais, principalmente por ter virado refém dos bandidos. “Santarém em épocas passadas, as famílias ainda dormiam com janelas e portas abertas. Hoje isso não acontece mais. Mesmo com portas fechadas as pessoas se sentem inseguras. Então, a onda de assaltos na cidade está deixando a população assustada. Por isso questionamos: o que é segurança pública?”, pergunta o sindicalista.

Os casos de linchamento, segundo José Raimundo, não é o correto, porém, de acordo com ele, a insatisfação, a incerteza e a instabilidade na área de segurança pública, saúde pública e educação faz com que o povo comece a reagir à ação dos bandidos. O Sindicalista afirma que a crescente demanda da violência pública também envolve problemas de educação.

“Isso envolve educação também e nós não temos isso. Quando se fala de mototaxi, a população pensa que o serviço pode ser feito por qualquer um, o que não é. Mototaxistas legalizados são identificados. Já o clandestino se intitula um trabalhador para fazer a coisa que está aí e a população não está enxergando isso. Acredito que muitos assaltos que estão acontecendo na cidade são praticados com ajuda de mototaxistas clandestinos, pois não sabemos quem são”, declara.


José Raimundo orienta que os permissionários tratem os seus passageiros com gentileza, cortesia e educativamente, para transmitir a eles o que apreenderam e também para repassar segurança. “Quanto à população, indicamos que não troque o certo pelo duvidoso! Quem monta na garupa de uma motocicleta credenciada tem a identificação do piloto. Enquanto quem pula na garupa de qualquer um não sabe onde vai parar”, alerta.


Fonte: RG 15/O Impacto
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